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O olho e a visão

FAQ - Algumas Perguntas Frequentes

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FAQ

Quando olhamos na direção de algum objeto, a imagem atravessa a córnea e chega à íris, que regula a quantidade de luz recebida através de uma abertura chamada pupila. Quanto maior for a pupila, mais luz entra no olho. Passada a pupila, a imagem chega ao cristalino, e é focada sobre a retina. É então produzida uma imagem invertida e o cérebro converte-a para a posição correta. Na retina, mais de cem milhões de células fotorrecetoras transformam as ondas luminosas em impulsos eletroquímicos, que são descodificados pelo cérebro. Inspirado no funcionamento do olho o homem criou a máquina fotográfica. Portanto, nos nossos olhos a córnea funciona como a lente da máquina fotográfica, permitindo a entrada de luz no olho e a formação da imagem na retina. Localizada na parte interna do olho, a retina seria o filme fotográfico, onde a imagem se reproduz. A pupila funciona como o diafragma da máquina, controlando a quantidade de luz que entre no olho. Ou seja, em ambientes com muita luz a pupila fecha-se e em locais escuros dilata-se com o intuito de captar uma quantidade de luz.
É uma membrana resistente e transparente que se encontra na superfície ocular, composta por cinco camadas, e é a estrutura ótica com mais potência, cerca de 40 dioptrias.
É uma estrutura que se situa entre a córnea e o cristalino, e tem uma abertura circular no centro, a pupila. O diâmetro da pupila depende de um músculo que rodeia os bordos da íris e controla a quantidade de luz que passa através dela.
É uma lente natural constituída por um grande número de fibras transparente dispostas em camadas. A sua função é focar as imagens corretamente na retina. O cristalino tem a capacidade de mudar a sua curvatura consoante a distância a que nos encontramos do objeto, mais grosso quando olhamos ao perto e mais fino quando olhamos ao longe.
Muitas vezes a retina é comparada a uma película fotográfica, composta principalmente por milhões de células nervosas. As células recetoras são sensíveis à luz.
Este nervo mede cerca de 4 cm de comprimento e é composto por células fotorrecetoras, capazes de converter a luz em impulsos nervosos. Trabalha em conjunto com o cérebro para realizar as funções de reconhecimento de imagens e padrões. Estes impulsos elétricos provêm das bastonetes (visão noturna e monocromática) e dos cones (visão cromática).
O corpo principal do interior do olho está cheio desta substância transparente e gelatinosa. É o humor vítreo que faz com que o olho se mantenha firme e elástico.
É a parte branca do globo ocular, formada por um material muito resistente que cobre a maior parte do olho.
É um líquido transparente com cerca de 99% de água na sua composição
O uso excessivo de computadores pode provocar problemas relacionados com a visão, os músculos cervicais, stress e irritabilidade. Ainda que estas anomalias sejam na sua maioria transitórias, é bem sabido que causam uma quebra de rendimento, são transtornos derivados do trabalho com o computador mas não motivadas por ele, pois o computador não é a causa destes problemas, mas sim o abuso e mau uso do aparelho.
Para alguém que nunca viu bem, e que pensa que as pessoas veem como eles, possivelmente não se irá queixar. Cabe aos pais e professores reconhecer alguma anomalia refrativa. Uma visão defeituosa na escola trará um mau rendimento académico a médio e longo prazo. Cerca de 80% das nossas perceções chega ao cérebro através dos olhos, pelo que é fundamentalmente importante no que se refere à aquisição de conhecimentos.
Lacrimejar, dores de cabeça, ardor ocular, má postura do corpo e da cabeça, saltar de linha de texto quando lê, ver mal para o quadro e má relação esforço/resultado.
É uma doença dos olhos na qual vai havendo uma progressiva subida da tensão ocular levando a diminuição da visão (podendo mesmo chegar à cegueira). Há vários tipos de glaucoma mas o mais frequente (e aquele a que se dedica este texto) é o glaucoma de ângulo aberto
O aumento da tensão ocular, se não detetado e devidamente tratado, leva à "morte" lenta e progressiva do nervo responsável pela visão (nervo ótico). Estas alterações provocam uma perda da visão (em especial do nosso campo de visão). O glaucoma só dá sintomas numa fase avançada da doença e as alterações na visão só.
Existe um líquido transparente que circula de dentro para fora do globo ocular (humor aquoso). Nas pessoas com glaucoma, este líquido começa a ter dificuldade de sair do globo ocular levando a um aumento da tensão ocular.
A toda e qualquer alteração da transparência do cristalino chama-se catarata.
O principal tratamento das cataratas é cirúrgico. A operação às cataratas consiste na remoção da parte do cristalino opacificado e na colocação de um "cristalino artificial" dentro do globo ocular (lente intraocular) levando à recuperação visual.
Habitualmente a catarata resulta numa turvação da imagem mas várias outras queixas poderão resultar da sua presença. O diagnóstico deverá ser sempre feito através da observação por um especialista.
São mais frequentemente resultado do normal envelhecimento mas podem também ser congénitas ou devidas a uma variedade de outros fatores como por exemplo: traumatismos, doenças crónicas dos olhos ou doenças sistémicas (de todo o organismo) como a diabetes.